“- Os homens do teu planeta, disse o principezinho, cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim… e não encontram o que procuram…

– Não encontram, respondi…E, no entanto, o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa, ou num pouquinho d’água…- É verdade. E o principezinho acrescentou:

– Mas os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração…”

Um filme para pessoas sensíveis, se assim pudesse definir a sensação que tive após assistir ao filme “Pequeno Príncipe”, baseado no livro clássico Antoine de Saint-Exupéry.

O filme começa com uma excelente crítica ao modelo de criação, geralmente desejada pelos pais, no caso do filme por uma mãe rígida em relação ao seu desejo de uma educação de qualidade para sua filha uma criança de 9 anos, que segue rigidamente o modelo imposto por ela.

A família da garotinha se resume a ela e sua mãe, a qual trabalha muito; o pai é colocado como não participativo, sendo um modelo muito comum de família nos dias atuais. Por quanto os pais se preocupam em dar uma escola de qualidade para os filhos, aumentam as horas de trabalho para isso e acabam negligenciando aspectos da infância como qualidade do tempo com os filhos? Ou mesmo rotinas rígidas e puxadas para as crianças que não tem um tempo para se divertirem e serem crianças?

Learn more