Uma estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que nos próximos 20 anos a depressão afetará mais pessoas que qualquer outro problema de saúde, incluindo doenças cardiovasculares e o câncer.

Apesar dessa estimativa alarmante é sabido que a depressão é muito presente nos dias atuais; uma grande parte da população enfrenta em algum momento da vida algum tipo de transtorno mental, como a depressão, mas o que difere momentos de tristeza de uma depressão que precisa ser diagnosticada e tratada?

Ás vezes por falta de informação e por preconceito ainda pessoas relutam em procurar um profissional de saúde mental para um diagnóstico e um tratamento a fim de uma resolução daquilo que impede o seu funcionamento normal do dia-a-dia.

Por isso, a depressão não é um simples estado de tristeza – que muitas vezes possui uma causa especifica- ou se sentir “baixo astral” “na fossa”; para se configurar enquanto depressão é necessário a perda de prazer nas atividades que antes havia prazer, afastamento do convívio social, sentimentos como culpa fracasso e irritação, além da perda de apetite e sonos alterados.

Muitas pessoas chegam aos consultórios de psicologia ansiosos para encontrar uma solução para aquilo que sentem, uma palavra que acabe com aquilo que está sentindo no momento que encerre a angústia, a culpa e tudo o que afligem e que atrapalhem o desenvolvimento de atividades rotineiras, no entanto, isso nem sempre é fácil e/ou rápido é necessário uma responsabilização pelo próprio tratamento, assim fica mais fácil compreender o que se passa com ele e com a melhora dos sintomas.

É importante citar por fim, que existem muitos estudos relacionados sobre a cauda da depressão, mas que ainda não há únicas e exclusivas teorias sobre o assunto, atualmente se atribui uma mistura de fatores ambientais, genéticos e históricos no desenvolvimento e manutenção da depressão.